Quartas de Vídeo: Michael Phelps

17/08/2016 • Carla Sugere

Se tem uma lição que a Olimpíada do Rio oferece, gratuitamente, é que o brasileiro precisa adotar uma atitude positiva. Esta história de torcer pelo jacaré no filme do Tarzan anda se cristalizando por aqui. Foram meses de combate à realização dos jogos, com torcida organizada por brasileiros pelo insucesso brasileiro.

Fomos possivelmente a única nação torcendo contra si própria. Isso até começar o espetáculo. Até nossos virtuosos deixarem um planeta inteiro boquiaberto com música, coreografia e suor criativo. Até culturas antagônicas mostrarem a ética das quadras. Até super humanos explodirem em superação. Até atletas brasileiros subirem ao pódio.

Olimpíadas não são apenas jogos que saem caro e ocorrem fora de hora. São, sim, a celebração da paz entre os povos por meio do esporte. Para um País tão carente de referências, é bonito ver as crianças brasileiras inspiradas pelo senso de propósito, pela disciplina e pela autoestima dos atletas.

Hoje o vídeo é com Michael Phelps. E antes que alguém questione “mas, Carla, por que um americano?”, eu já respondo: para mim, acima dos idiomas está a comunicação e das culturas, o ser humano.

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